Juliana França


Atriz e Coordenadora Artística

Juliana França é nascida e criada em Japeri, Baixada Fluminense. Com licenciatura plena em Filosofia e Mestre também em Filosofia pela UFRRJ, lecionou para o Ensino Básico durante 6 anos. No início dos anos 2000, começou a frequentar as oficinas livres de teatro do Grupo Código, onde posteriormente tornou-se oficineira de teatro e assinou a direção de três espetáculos. Pela Companhia profissional do Grupo Código, atuou em nove montagens e nos últimos cinco colaborou com a dramaturgia e com a encenação. Com o premiado espetáculo “Inimigo do Povo” (2009), dirigido por Miwa Yanagizawa, ganhou dois prêmios de melhor atriz coadjuvante. Em 2017 protagonizou o espetáculo “A vida íntima de Babi” Dirigido por Renato Linhares com supervisão artística de Mariana Lima e supervisão filosófica de Marcia Tiburi. A peça ficou em cartaz durante três semanas no CCBB-BH.
Nos últimos anos, Juliana tem se dividido entre atuar, pesquisar sobre processo de criação nas artes da cena, participar e produzir eventos relativos à raça, à periferia e ao teatro. Em 2019, dirigiu e atuou na leitura dramatizada de dois textos do núcleo de dramaturgia do Firjan SESI, participou como atriz das séries “Arcanjo Renegado” dirigida por Heitor Dhalia e “Homens” dirigida por Gigi Soares e Johnny Araújo; atuou no longa “Buraco no Peito” de Marcus Faustini. Foi uma das protagonistas do curta “Neguinho” de Marçal Vianna, sendo laureada com mais de 10 prêmios de melhor atuação entre eles o prêmio de melhor atriz no 43º Guarnicê festival de Cinema; e protagonizou também uma publicidade de veiculação nacional. Em 2021, escreveu sua primeira dramaturgia infanto-juvenil, “Até aonde vão suas raízes?”, o espetáculo narra a história de uma menina preta que sai em uma jornada em busca de sua ancestralidade e tem como parceiro nessa aventura Exu. O espetáculo estreou no SESC Tijuca.
Atualmente está em turnê internacional com espetáculo “Depois do Silêncio” (espetáculo criado a partir do livro “Torto arado” de Itamar Vieira Jr. e do documentário “Cabra marcado para morrer” de Eduardo Coutinho) dirigido por Christiane Jatahy, está curadora da mostra “Que boca na cena?”, coordenadora do projeto Artes cênicas em extensão (Unirio), atriz e coordenadora artística do Grupo Código – um dos grupos que articula a Frente Teatro RJ e a Rede Baixada em Cena, vencedor do prêmio Shell (2017) na categoria inovação.




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